Professor Orientador: Rubens Moraes de Sousa



sábado, 28 de agosto de 2010

Grupo 3 - CLASSICISMO

CLASSICISMO (1527-1580)

Quando Gil Vicente encenava sua última peça em 1536, estava em alta o processo histórico que levou o povo português a posições jamais alcançadas anterior ou posteriormente: o Renascimento. Esta é uma escola literária antecedida pelo Humanismo, uma escola literária caracterizada pela descoberta dos monumentos culturais do mundo greco-latino, de modo particular as obras escritas, em todo os recantos do saber humano e por concepção de vida centralizada no conhecimento do Homem e não de Deus. À descoberta, tradução e anotação desse rico espólio de civilização e cultura, parcialmente esquecido e confinado em conventos durante os séculos medievais, segui-se o desejo de fazer ressuscitar o espírito da Antiguidade Greco-Latina. Tais momentos vivenciados e a passagem própria do tempo (como as descobertas científicas e a Reforma Luterana, por exemplo) resultaram na constituição do Renascimento.
As circunstâncias históricas e a situação geográfica confiaram ao povo lusitano um papel de relevo na evolução do Renascimento. Portugal, por meio de alguns estudiosos e particularmente das descobertas marítimas colaborou de modo direto e intenso no processo renascentista: letrados portugueses como os Gouveia (André, Antônio, entre outros), Aquiles Estaço e outros disseminavam as novas ideias em universidades estrangeiras, entre elas a de Paris. Porém foi com a expansão do horizonte geográfico e conseqüências econômicas e políticas, que conferiu ao povo português relevância histórica no período que vem desde meados do século XV até o século XVI. A descoberta do caminho marítimo para as Índias empreendidas por Vasco da Gama em 1498 seguida pelo “descobrimento” do Brasil em 1500, marcou uma série de semelhantes e felizes cometimentos que permitira a Portugal usufruir momentânea, porém intensa euforia, sobretudo durante o reinado de Dom Manuel entre os anos 1495 e 1521.
Foi no ímpeto revolucionário da Renascença e, como desenvolvimento natural do Humanismo, que o Classicismo se difundiu amplamente, por corresponder ao geral e efêmero complexo de superioridade histórica. Ao Teocentrismo Medieval opõe-se uma concepção antropocêntrica do mundo, ou seja, o “homem é a medida de todas as coisas”, conforme Protágoras. Ao teologismo de antes se contrapõe o paganismo, fruto de uma sensação de pleno aproveitamento da existência, provocada pela vitória do homem sobre a Natureza e seus assombros. O saber concreto, “científico” e objetivo tem uma tendência de se valorizar em detrimento do abstrato; um notável avanço é operado no campo das ciências experimentais; a mitologia greco-latina,esvaziada de significado religioso ou ético, passa a funcionar apenas como símbolo ou ornamento ou, em outras palavras, o humano prevalece ao divino.
O Classicismo consistia em uma concepção de arte baseada na imitação dos clássicos gregos e latinos, considerados modelos de grande perfeição estética. Imitar não significava copiar, mas procurar uma criação de obras de arte segundo as fórmulas e medidas empregadas pelos antigos. Parte desta premissa a observação de regras estabelecidas como verdadeiros suportes ou pressupostos da obra literária: os escritores não tinham mais que observá-las, acrescentando-lhes a força do talento pessoal, o que não impedia de despertar e manifestar a qualidades peculiares de cada indivíduo.
As demais características decorrem dessa obediência a regras e modelos pré-estabelecidos. A arte clássica é racionalista por excelência: “Haja a Razão lugar, seja entendida”, como afirma Antônio Ferreira (Carta X, a Dom Simão da Silveira). O racionalismo clássico não significa ausência de emoção e sentimento; apenas pressupõe que a razão exerça sobre eles uma espécie de controle, vigilância, a fim de evitar que “transbordem”. Estabelece-se, desta forma, um equilíbrio entre Razão e imaginação para viabilizar a criação de uma arte universal e impessoal. Todavia essas premissas implicavam uma concepção absolutista de arte: ela deveria expressar verdades eternas e superiores, na medida em que se aproximassem dos arquétipos, ou seja, os modelos greco-latinos.
Os renascentistas tinham o interesse de alcançar o Belo, o Bem e a Verdade, com o aperfeiçoamento do homem na contemplação das paixões humanas colocadas em arte (a catarse dos gregos); esse era seu maior objetivo ético e não a arte pela arte, como prega o Parnasianismo. Os clássicos são formalistas, no duplo sentido de aceitarem os modelos pré-estabelecidos e de valorizarem a suprema perfeição formal em prosa e em poesia: lógica na ordenação do pensamento, limpeza e clareza vernácula gramatical, rigor no que toca a cadência, ordem no poema entre outros.
O Classicismo português se abre e se fecha com poetas: Sá de Miranda e Camões. Em uma visão de conjunto Camões é o grande poeta, enquanto os demais são colocados em um plano inferior, naturalmente ofuscados pelo seu brilho. Os poetas menores de seu tempo agarraram-se às regras clássicas como se bastasse conhecê-las e aplicá-las para criar arte, enquanto Camões utilizava a reunião de “exercícios de arte”, tidos para ele como engenho (eloquência) e arte (talento). Os poetas menores não compreendiam que não deviam aplicar os cânones válidos por si próprios, mas deveriam ser usados como meio de expressão existente em todo artista.

OS AUTORES

1.1 LUÍS VAZ DE CAMÕES


Pouco se conhece da vida de Luís Vaz de Camões. Ele teria nascido entre 1524 e 1525, talvez em Lisboa, Alenquer, Coimbra ou Santarém. Nascido numa possível família aristocrática da Galiza e teria acesso à vida palaciana em sua juventude, de onde teria benefício para sua formação intelectual e durante esses anos, talvez tivesse algum curso escolar. Lê Homero, Virgílio, Petrarca, entre outros autores clássicos.
Talentoso e culto, naturalmente provocaria paixão em damas da corte, dentre as quais Dona Maria, filha de Dom Manuel e irmã de dom João III e, sobretudo Dona Catarina de Ataíde, que por estes amores é afastado da Corte por algum tempo até que resolve se exilar em Ceuta em 1549, como soldado raso; perde um olho e regressa a Lisboa.
Em uma procissão de Corpus Christi em 1552, fere a Gonçalo Borges, servidor do Paço. Ele é preso, mas é libertado sob a condição de se alistar no serviço ultramarino. Em 1556 dá baixa e é nomeado “provedor mor dos bens de defuntos e ausentes”, em Macau, onde teria escrito parte de Os Lusíadas, passando pela Índia anos antes. Acusado de prevaricação vai a Goa para se defender, mas naufraga na foz do rio Mecon, salvando a si e a sua obra, Os Lusíadas, porem perdendo sua companheira Dinamene. Chegando a Goa é preso, mas pouco depois é libertado.
Em 1567 vai parar outra vez na cadeia, desta vez por conta de dívidas. É colocado em liberdade e leva uma vida miserável até que Diogo do Couto o encontra e tenta reconduzi-lo à pátria, onde chega em 23 de abril de 1569. Em 1572 publica Os Lusíadas e recebe como recompensa uma pensão anual de 15 000 réis, que não o tira da miséria em que vive ate o fim de sua vida. Ele morre pobre e abandonado no dia 10 de junho de 1580.
Camões escreveu teatros aos modos clássicos e vicentinos, mas sem alcançar um nível maior de reconhecimento. Ele é conhecido dentro e fora da literatura portuguesa pela sua poesia. Ela divide-se de duas maneiras fundamentais, conforme as tendências predominantes ou em choque no século XVI: de um lado, a “medida velha” com as redondilhas; de outro, a maneira clássica e a medida nova trazida por Petrarca, que era dividida em sonetos, odes, elegias, entre outros. Tendo permanecido viva no decorrer do século XVI, a poesia medieval exprime-se notadamente em sua redondilhas (maior ou menor) e Camões empresta ao velho modo ingênuo, das cantigas de amor ou de amigo, dimensões mais vastas, fruto de suas experiências pessoais e do singular talento que possui. Com a medida nova, ele ultrapassa as limitações formais das redondilhas, seguindo o exemplo da poesia amorosa de Petrarca e outros autores, estruturadas sobre antíteses e paradoxos.
As excepcionais virtualidades camonianas encontram sua plena realização na poesia clássica, onde de certa forma, Camões seria clássico mesmo se não existisse o Classicismo. Por isso ele aderiu vivamente à nova moda e a superou em mais de um aspecto, tornando-se um poeta de grande valia e precursor do Barroco. Nasce daí uma poesia que espelha confissão de uma vida interior torturada, repleta de incertezas e reflexão em torno dos grandes problemas que lhe assolavam o espírito, provocados não só por suas vivências pessoais, mas da consciência de um desconcerto em que todos os Homens estavam imersos.
Partindo das pessoas que amou, Camões pinta, com o auxílio da Razão o retrato da Mulher, formando uma reunião de todas e nenhuma em particular, subordinado a um ideal de beleza perene e universal. Adotando uma concepção racionalista e platônica da bem-amada, o autor ama a mulher não por ela própria, mas por encontrar nela refletido o sentimento do amor em grau absoluto. O poeta procura conhecer e conceituar o Amor, o que consegue realizar somente deixando de lado antíteses e paradoxos. Mas pensar no Amor é sofrê-lo duplamente, de onde a dualidade em que o poeta se encontra expressa, de um lado o sentimento do bem perdido que não alcança mais; do outro o plano da presença da morte, revelando o plano transcendente em que se encontra a bem-amada.
E aqui se encontra o núcleo da poesia reflexiva de Camões: a vida não tem razão de ser e, descobri-lo e pensá-lo é inútil, alem de perigoso, uma vez que ela acentua como é miserável a condição humana. O poeta se vê em um beco sem saída e lhe resta somente procurar o desespero e viver conscientemente a dor de pensar em outras regiões, transferindo sua angústia existencial para outros horizontes: a Pátria, seu passo seguinte e depois Deus, ou razão primeira e última da sem-razão da vida e fonte de um consolo ao poeta enquanto estiver enclausurado no plano sensível.
Os Lusíadas representam à faceta épica da poesia camoniana. É publicada em duas edições simultâneas, uma delas falsa. Considerada como o Poema da Raça, Bíblia da Nacionalidade, a epopéia construiu um retrato da visão própria dos quinhentistas portugueses e ao mesmo tempo uma reportagem do momento em que Portugal atingia o auge de sua evolução histórica.
O núcleo do poema é a viagem empreendida por Vasco da Gama para estabelecer contato marítimo com as Índias (a frota portuguesa saiu de Portugal em 8 de julho de 1497 e chegou em Calicut em 24 de maio de 1498). A obra contém 10 cantos, 1102 estrofes ou estâncias e, portanto, 8816 versos. As estâncias estão organizadas em oitava rima, ou seja, compõem-se com o seguinte esquema rítmico: AB, AB, AB, CC. Os versos são decassílabos heróicos, com cesura na segunda sílaba, ou terceira, ou quarta, na sexta e na décima.

A epopéia se divide em três partes:

I - Introdução (18 primeiras estâncias), subdividida em Proposição (estâncias 1 a 3) em que o poeta se propõe a cantar as façanhas dos barões assinalados, isto é , os feitos bélicos de homens ilustres; Invocação (estâncias 4 e 5), o poeta invoca as Tágides, musas do rio Tejo; Oferecimento (estâncias 6 a 18), o poema é dedicado a Dom Sebastião, a quem deve sua publicação;
II - Narração (Canto I, estância 19_Canto X, estância 144); é de onde parte toda a ação da epopéia, passando pelos fatos históricos de Portugal e a viagem do próprio Vasco da Gama;
III - Epílogo (Canto X, estâncias 145 a 156), parte que traduz o instante em que o autor descobre e confessa que cantava um povo tristemente embriagado com as glórias conquistadas em alto-mar.

A obra constitui uma epopéia renascentista moderna, simbolizando a conquista dos mares pelo navegante português e ao mesmo tempo o domínio do homem da Renascença sobre os elementos da natureza. Em um momento de total antropocentrismo, um poeta que fixa um dos raros momentos em que o homem experimentava com êxito a magnitude de sua força física e moral em um embate de proporções cósmicas. Nesse sentido, a obra ultrapassa o século XVI e adquire valor universal e perene, pois contém a imagem do homem de sempre, ansioso de novas conquistas que lhe dêem a impressão de superar a certeza da própria pequenez e dependência, identificada com a sensação de angústia que acompanha o ato de contemplar os assombros da Natureza.

1.2 FRANCISCO SÁ DE MIRANDA



Poeta português nascido em Coimbra, que sob influência greco-romana, incorporou a nova poética renascentista a seu estilo e introduziu o espírito renascentista na literatura lusitana.. De família nobre, formou-se pela Universidade de Coimbra e, radicou-se em Lisboa, onde freqüentou a corte. Compondo poesias de diversos gêneros contribuiu para o Cancioneiro geral (1516) de Garcia de Resende. Seu estilo começou a se definir a partir de quando viajou à Itália (1521) e entrou em contato com a grande frenesi intelectual do período Cinquecento (1500-1599) do Renascimento. Depois de cinco anos voltou para Portugal (1527), e passou a compor sob influência dos poetas italianos Ariosto, Petrarca e Dante, embora claramente mostrasse um estilo próprio. Introduziu diversas inovações na até então formal da poesia portuguesa, produzindo especialmente sonetos, cartas, canções, elegias e éclogas. Exaltou a vida do campo, o amor e a liberdade em éclogas utopistas, e condenou a expansão marítima do império português e denunciou as injustiças sociais. Pioneiro das comédias em prosa na literatura portuguesa, como com Vilhalpandos (1560), morreu em Tapada, no Minho.
Do ponto de vista artístico, o Renascimento foi um movimento cultural cuja principal característica foi o surgimento da ilusão de profundidade nas obras. Em termos gerais, por definição o Renascimento foi um movimento artístico, científico e literário que floresceu na Europa no período correspondente entre à Baixa Idade Média e o início da Idade Moderna, do século XIII ao XVI, com o berço na Itália e tendo em Florença e Roma como seus dois centros mais importantes. Sua principal característica foi o surgimento da ilusão de profundidade nas obras e, cronologicamente, pode ser dividido em quatro períodos: Duocento (1200-1299), Trecento (1300-1399), Quatrocento (1400-1499) e Cinquecento (1500-1599).
Em 1521, o poeta Sá de Miranda foi viver e estudar na Itália. De volta a Portugal, em 1527, compôs a comédia Estrangeiros, acontecimento considerado marco do Classicismo português. A comédia de Sá de Miranda inspirava-se em modelos da Antiguidade greco-latina, conforme recomendava nova escola.
Além da comédia, gênero teatral de origem grega, Sá de Miranda foi o introdutor do soneto em Portugal. O soneto é uma forma fixa de composição poética, constituída de quatorze versos, repartidos em quatro estrofes: dois quartetos e dois tercetos. Essa forma, de origem provençal, foi consagrada pelo grande poeta humanista italiano Francesco Petrarca. O soneto tornou-se a forma de maior prestígio na poesia lírica renascentista.
Cultivou o teatro e a poesia, esta, dividida entre a “medida velha” e a “medida nova”, que ajudou a introduzir em Portugal; alcançou relevo na égloga “basto” e no conhecido soneto “O Sol é grande...”, graças a uma tensa e vívida reflexão acerca do mundo, por onde flui um dramático sentimento das coisas que ultrapassa o plano temporal e estético em que o poeta vivia. Suas obras foram inicialmente reunidas em 1595.
Sá de Miranda foi também pioneiro, em Portugal, na prática do verso decassílabo, que a pátria do Renascimento distinguiu para expressar o dolce stil novo (doce estilo novo), como era chamado na Itália o estilo do Classicismo. O verso decassílabo clássico, quanto ao ritmo, pode ser heróico (com acentuação na sexta e décima sílabas), ou sáfico (com acentuação na quarta, oitava e décima sílabas).
Em Portugal, o decassílabo foi chamado “medida nova” por ser, até então, um verso incomum na poesia lusitana. Por oposição, os tradicionais versos redondilhos, que até então predominavam, foram chamados de “medida velha”. Após a introdução da medida nova, a medida velha não desapareceu enquanto forma, mas adaptou-se ao espírito do Classicismo.

Grupo : Adriano Leite, Patricia Alves e Silvana Negro.

38 comentários:

Unknown disse...

Olá queridos! Material rico e bastante completo foi o que vcs postaram neste nosso blog!Vcs abordaram de maneira minunciosa o Classicismo em Portugal. Mto. bacana. Parabéns ao grupo.
Mônica - RA 133056

Anônimo disse...

Oi pessoal! Muito bom, completo e minucioso o trabalho. Bom para estudarmos. Parabéns!
Elaine. RA 135105

Pagu disse...

Gostei muto do texto, pessoal!
Está bem completo e muito gostoso de ser lido!
Beijo grande!
Camila Guinsani - RA 132637

Unknown disse...

Olá grupo adorei o trabalho de vocês e apesar de estar extenso vocês abordaram o assunto com uma amplitude imensa. Souberam retratar o Classicismo de uma forma bem detalhada e rica de conhecimento (isso é muito bom para as pesquisas).Parabéns por nos mostrar que Camões e Sá de Miranda foram os grandes nomes deste importantíssimo movimento literário.

Beijos

Sol (Solange) RA: 134318

Vanessa Aragon disse...

Gostaria de parabenizar o grupo pelo exelente trabalho realizado, a riqueza de material e conteúdo.
Beijos,

Vanessa RA 136231

Anônimo disse...

Meninos,
estão de parabéns!
O texto mesmo sendo um pouco longo, está bem redigido e bem completo, porém a beleza está nos detalhes expressos nele...
Quando vocês colocaram que Camões seria Clássico mesmo que não existisse o Classicismo foi mais que um elogio, foi uma exaltação, pois eu entendi o que vocês quiseram dizer... Que Camões é um autor que produziu uma obra de estilo impecável que constitui modelo digno de imitaçao. E o Sá de Miranda já era filósofo, pois já fazia uma reflexão do mundo.

Obrigada por me preporcionarem tamanhos conhecimentos.

Bjokas SUSAN RA:132324

Natural Woman disse...

gostei muito do trabalho de voces ,longo porem bem explicativo

Natural Woman disse...

AAA meu Ra136732
Monique

Letras 6NA disse...

Chega até ser meio repetitivo dizer que mais um trabalho está bom, mas está bom mesmo!

Sheila R.A. 135903

Lili Santos disse...

Ótimo trabalho, pessoal! Completo e uma ótima fonte para futuras pesquisas!

Bjos
Aline Santos
RA 165419

fa_almeida@hotmail.com disse...

Muito bom! Pesquisa completa e bem escrita. Parabéns!

Fatima RA135271

Letras 6NA disse...

Muito bom o trabalho! Para nós, futuros professores de literatura, esse blog está ficando cada dia mais completo e com informações "riquíssimas". Exemplo disto, é este post sobre o classicismo. Ótima organização, ótimas idéias, completo, com uma leitura fácil e com um material completo sobre a vida de Luís de Camões e Francisco Sá de Miranda. Parabéns pessoal!


Andréa Ferreira Tumenas
RA: 134616

Letras 6NA disse...

Gostei do post, pessoal! Consegui compreender mais sobre o classicismo e sobre a vida de escritores imortais como Camões e Sá de Miranda. Concordo com o comentário acima, o blog está cada dia com mais informações importantes para nós, professores de literatura.

Aparecida Ormonde
RA: 134812

Letras 6NA disse...

Ótimo trabalho!
Gostei muito será uma ótima fonte para futuras pesquisas!

Susi RA 136832

Letras 6NA disse...

Olá queridos!

Nota-se que desenvolvimento e mudanças sociais são as alavancas que movem o quadro literário de um país. Como foi exposto, a partir do século XIV, seguido dos séculos XV e XVI, a Europa começava a se preparar para uma grande transformação política, econômica e cultural. O resultado de tais transformações foi o classicismo, ou quinhentismo (já que se manifestou l527 com Sá de Miranda retornando da Itália trazendo as características desse novo estilo), fico imaginando então, como será retratada nossa época, uma vez que a tecnologia e a ciência avançam vertiginosamente!

Um grande abraço!

Cida - RA 134924

Letras 6NA disse...

Está sendo muito boa essa experiência de compartilharmos nossas opiniões.
Mais uma vez. Parabéns!!
Ivanilda - RA 133921

Marli Silva disse...

Olá
Em primeiro lugar gostaria de parabenizar o grupo pelo ótimo texto. Ficou bem detalhado e para quem deseja aprofundar no assunto de uma forma clara. Tirou até muitas dúvidas que eu tinha desse período. Eu refletir em um detalhe e gostaria de dividir com vocês: Se as músicas de J. S. Bach são conhecidas por ser tocadas em casamentos, posso então dizer que Luís de Camões tem seus versos usados nos convites de casamento (Amor é fogo que arde sem se ver). Mergulhar na história é sempre viver o presente, pois como diria a Lei de Lavoisier."Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma". Lembrando de Renato Russo, ao escrever a letra da música Monte Castelo que utilizou de trechos do soneto de Camões e de um trecho bíblico da 1ª carta do apóstolo Paulo aos Coríntios, no capítulo 13
Marli Cardoso - RA 165392

Letras 6NA disse...

Eu sei!! Eu sei! que não é para fazer comentário do próprio grupo!
MAS TEM CAMÕES!!!!!
Com sua obra composta de uma legitima inspiração!
Tem seu comportamento agressor, um notabilíssimo canalha com o perdão da palavra.Um gênio!
Bem já comentei!
Silvana

Letras 6NA disse...

Gostei muito do trabalho acho que esta bem completo.

Marizete RA:134620

Letras 6NA disse...

O que posso comentar referente a esta escola literária : é de que o fato dos classicistas terem como base a cultura grego-latina que até os dias de hoje é tão citada. Mostra grande sabedoria em sua arte, ou seja o homem tendo inteligência será capaz de vencer todo e quaisquer obstáculos, desde que haja com a razão.
Emile RA: 132733

Letras 6NA disse...

Vocês foram bem profundos. Acho que não escapou nada, de tudo o que já vimos até agora sobre o tema.
Lis
RA 133334

Flores disse...

Belo trabalho! Um material com bastante detalhe, original e com uma leitura fácil. Parabéns!
Karen RA 165420

Roseli disse...

O trabalho está completo,linguagem clara e objetiva.Muito bom!
Roseli
RA:165393

Kátia Gomes disse...

Otimo trabalho! Muito bom para ler e estudar. Gostei muito das bibliografias dos autores.Parabéns!

KÁtia, RA:165400

Letras 6NA disse...

O trabalho está ótimo maravilhoso para fazer pesquisa. Não deixe de ler.
Zuleide RA:133224

Letras 6NA disse...

Parabéns para o grupo, o resumo está excelente, bem elaborado e de fácil entendimento. Gostei muito!
Aersi- RA 135413

Letras 6NA disse...

Gostaria de parabenizar o grupo pelo ótimo trabalho.Amei!

Laura Ra 136298

Letras 6NA disse...

Classicismo!
Essa época é demais, Camões, o grande simbolo nacional português é o que mais admiro!
Abraços!

Rachel 137048

Luana disse...

Parabéns pelo trabalho, ficou completo e de fácil entendimento.

Ivo Leonardo disse...

Muito bom o trabalho, acredito que não faltou nada, muito bom mesmo.

Ivo Leonardo
134327

Antonio disse...

Esta uma maravilha, bela pesquisa.

Letras 6NA disse...

ola pessoal, que trabalho completo,

Parabéns !

Julieder 134907

Letras 6NA disse...

Otima pesquisa pessoal,

Juliana 133311

Letras 6NA disse...

muito bom !!!!!!!

Monique 136732

ericaalsoares@gmail.com disse...

O Classicismo ao meu ver 'e um movimento de dif'icil compreens~ao,contudo a pesquisa de voc^es est'a maravilhosa.




Erica -Ra:165117

Priscila Cano disse...

Estão de Parabéns
Priscila
ra 133048

Cida disse...

Muito Bom
Cida
ra134812

Cida disse...

Muito Bom
Cida
ra134812